05/06/2020

Com a pandemia, cresce a procura pela cremação

A pandemia do novo coronavírus tem mudado a forma como os brasileiros encaram a cremação. Na Europa e na América do Norte, esse tipo de funeral já é opção de boa parte das famílias, que veem no procedimento uma forma ecológica e respeitosa de se despedir de um ente querido. No Brasil isso ainda é meio que tabu, mas isso pode estar mudando.

Itália, Espanha e Estados Unidos só conseguiram enfrentar a enorme crise sanitária provocada pelo coronavírus graças a cremação. O volume de falecimentos era tão grande, em tão pouco tempo, que os enterros se tornaram quase que inviáveis por falta de espaço nos cemitérios ou até mesmo pelos danos ambientais já que a decomposição dos corpos é um fator importante de contaminação do lençol freático.

Mas, como funciona a cremação?

A cremação exige autorização da família, ou manifesto anterior assinado da própria pessoa. É preciso um atestado médico comprovando o óbito ou até mesmo a certidão emitida por um médico legista. Em caso de morte violenta o processo pode ser um pouco mais demorado, mas é algo que o Grupo Sinsef resolve para que você se preocupe apenas com a cerimônia de despedida.

Como e feita a cremação?

O corpo é colocado em uma câmara feita especificamente para esta finalidade. Sob um calor que varia entre 800 e 980ºC acontece a cremação. O processo pode durar até 3 horas. A família não participa desse momento, mas as cerimônias de despedidas anteriores acontecem normalmente. Antes da pandemia as regras eram outras, agora é preciso seguir alguns critérios estabelecidos pelas autoridades de saúde. Ainda assim o Grupo Sinsef oferece alternativas que amenizam a dor desse momento como, por exemplo, um memorial online para que as pessoas, mesmo distantes, façam suas homenagens ao ente querido, há cerimônia de despedida com a presença de cerimonialista de luto, vídeo homenagem e é possível contar até com uma chuva de pétalas.

As cinzas

As cinzas são colocadas em uma urna e entregues à família logo após o processo de cremação. Elas podem ficar sob a tutela de alguém ou, como muitos fazem, podem ser espalhadas em algum lugar importante e do desejo da pessoa falecida.

O que poucas pessoas sabem é que existem também os cinerários, espaços específicos em cemitérios ou até mesmo em memoriais para que as urnas fiquem e as famílias tenham um lugar para que possam rezar, prestar homenagens e lembrar do ente querido.

A cremação é mais ecológica?

A cremação é, sem dúvidas, uma das formas mais ecológicas e dignas de uma despedida. Durante o processo há a liberação de dióxido de carbono, mas as câmaras crematórias são dotadas de filtros que impedem a dispersão de quase todos os poluentes.

As cinzas que restam também não têm nenhum tipo de contaminação, mesmo quando são espalhadas em locais públicos já que são compostas basicamente de cálcio e potássio.

Hoje há alternativas que deixam esse procedimento ainda mais ambientalmente correto já que algumas urnas são biodegradáveis e podem ser usadas para que as cinzas sirvam como recipiente para o plantio de árvores. Esse tipo de urna vem com terra e fertilizante. Elas recebem mudas ou sementes que têm ali um ambiente perfeito para o ressurgimento da vida.

Porque optar pela cremação?

A questão ambiental é sem dúvidas um dos motivos. A técnica milenar também é considerada mais prática e econômica. Embora haja um custo imediato maior para o procedimento, posteriormente a família não tem outras preocupações com a manutenção de jazigos, taxas de sepultamento, e outras pendências burocráticas que sempre aparecem.

É uma decisão que deve ser tomada em conjunto, pela família. Na dúvida, sempre conte com o Grupo Sinsef.